Fitch sobe Portugal para A+ e o crédito imobiliário respira
No dia 5 de setembro, a agência Fitch elevou o rating soberano português para A+ com perspetivas estáveis. É o maior selo de confiança atribuído ao país em duas décadas — e traduz-se diretamente no custo do crédito à habitação, na margem dos bancos e na confiança do investidor de longo prazo.
Para quem detém ou planeia deter ativos residenciais em Portugal, o efeito é duplo: as prestações baixam para quem financia, e o valor dos ativos localizados nas zonas de procura estrutural tende a ser reavaliado em cadeia. Nos relatórios da JLL e da CBRE, a combinação de crescimento acima da média da eurozona, inflação estável perto dos 2% e moeda própria de referência europeia mantém o país fora do radar de risco.
- Financiamento bancário mais barato para residentes e não residentes
- Prémio de risco em mínimos históricos fortalece a procura institucional
- Ambiente de "buy & hold" favorece contratos de arrendamento de longo prazo


